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A História de Itabuna

A Avenida Cinquentenário

      Ruas antigas de Itabuna são como páginas da sua própria história, guardando lembranças dos fatos marcantes de nosso passado. A Avenida do Cinquentenário é uma das mais ricas em reminicências. Espinha dorsal da cidade, imponente e trepidante, lá pelos idos de 1901 como simples picada avançada mato a dentro, partindo da margem de um lagoa existente onde hoje é a Praça Adami, caminho alternativo e seguro quando as enchentes do Cachoeira alagavam a Rua da Areia, tranformando-se no melhor acesso para a sede do Conselho Municipal que se localizava onde hoje é o prédio do Marabá. Pelo lado oposto da lagoa em sentido inverso, já existia a Rua da Lama onde se concentravam casas comercias, bares e escritórios de firmas compradoras de cacau. Em 1904, quando Cel. Henrique Alves dos Reis assumiu a liderança do grupo Adamista, logo procurou atender pleito dos comerciantes mandando entulhar a lagoa, transformando o local na Praça Adami. Em sua homenagem , os beneficiados mudaram o nome da Rua da Lama para Henrique Alves.

      Aos lados daquele caminho que adentrava a mata, já agora a partir da nova praça, começou a surgir uma infinidade de casebres. Em 1912, o Intendente Antônio Gonçalves Brandão resolveu urbanizar a área, acabando com os casebres e fazendo trabalho de entulhamento dos brejos existentes em seu percurso. Assim , transformou aquilo em uma rua larga e calcetada. O povo batizou-a como a Rua do Buri, em razão da enorme palmeira que teve de ser derrubada para não prejudicar o traçado planejado. Essa rua começou a avançar cada vez mais, surgindo construções de casas modernas, instalando-se pensões, depósitos de cacau, armazéns e até algumas famosas casas de meretrício...

      Anos depois, a rua Henrique Alves teve seu nome mudado para J.J. Seabra em homenagem ao governador da Bahia e a rua do Buri, numa festividade da independência do Brasil foi oficialmente batizada como Sete de setembro. No dia 26 de junho de 1926 o então Intendente Henrique Alves inaugurou um grande trecho em calçamento de pedras irregulares, tendo por baixo as tubulações do sistema de esgoto geral do centro da cidade. Foi orador oficial o farmacêutico Arthur Nilo Santana, sendo a fita cortada por D. Odete Maron e Sr. João Rocha Franco. Passou a ser "Avenida" e não mais simplesmente rua.

      Enquanto a Seabra esbarra no prédio residencial da família de Cel. Adolfo Maron, na Praça santo Antônio, a "Avenida" Sete de Setembro avançava sempre, ganhado maior importância não só pelos melhoramentos nela introduzidos pelo prefeito Francisco Ferreira da Silva na década de 30 e Armando Freire na década de 40, como também pela construção do Campo da Desportiva, surgido em área de sua fazenda cedida pelo Cel. Berilo Guimarães.

      A partir da década de 50, o prefeito Francisco Ferreira, no seu segundo mandato, mandou elaborar plano para alargar a avenida e troná-la principal Via de trânsito da cidade. Começaram aí os trabalhos de corte e alargamento, sobretudo da rua J.J. Seabra que permanecia estreita, guardando ainda as mesmas dimensões de quando era Rua da Lama. Em 1959, tomou-se posse como prefeito José de Almeida Alcântara e graças a sua tenacidade e determinação em pouco tempo a Rua J.J. Seabra foi alargada, com o prosseguimento do recuo nos prédios ainda fora de alinhamento. Retificada e reurbanizada em toda sua extenção, a avenida Sete de Setembro fundiu-se com a Rua J.J. Seabra. Na praça Santo Antonio, persistia a residência da família Adolfo Maron. O prefeito Alcântara envidou todos os esforços, indenizou partes, desapropriou glebas adjacentes, enfim, tanto lutou que conseguiu alongar a Seabra fazendo seu encontro com o início da Avenida Juraci Magalhães, saída principal para Ilhéus. No dia em que máquinas e operários começaram a derrubar casas e cercas de quintais, ocorreu um grave incidente entre Alcântara e um antigo morador do local, indo os dois às vias de fato, cabendo ao deputado Paulo Nunes (adversário político do prefeito) secundado por várias pessoas que estavam por perto, o apaziguamento dos ânimos.

     
*
Av. J.J. Seabra (atual avenida do Cinquentenário)
durante as obras de alargamento, em 1959.

      No dia 28 de julho de 1960, quando Itabuna comemorava seus cinquenta anos de emancipação política, foi solenemente inaugurada a Avenida do Cinquentenário, cuja festa contou com a presença do governador Juracy Magalhães, vários Secretários do Estado, prefeitos regionais, muitas autoridades outras , além da maior concentração de público jamais vista na cidade. O discurso oficial de inauguração foi proferido pelo General João de Almeida Freitas, por escolha pessoal do prefeito Alcântara. Um grande desfile, com alegorias retratando a história de Itabuna, constituiu-se no ponto alto das festividades.





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