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A História de Itabuna

Os precursores - Jesuítas e Sertanistas

      Nos idos de 1553 se iniciaram efetivamente as explorações das margens de um curso d'água, a partir de sua foz, batizado mais tarde como Rio Cachoeira. Coube aos Jesuítas, no trabalho de catequese dos índios, ao adentrarem pela selva, a formação de pequenas roças de milho e mandioca, para facilitar o trabalho de atração dos Silvícolas. Entre 1730 e 1790 bandeiras varavam a selva, à caça de escravos e índios. Teria o sertanista João Gonçalves do Prado propalado a idéia de existência de ouro, mais a Sudoeste. Um outro, João da Costa, embalou o sonho de encontrar uma fantástica cidade, contendo edificações repletas de ouro.

      As roças abertas pelos jesuítas, típicas clareiras na mata, desapareceram com o tempo. Duas delas, localizadas à margem do Rio Cachoeira lograram sobreviver, organizando-se em conglomerados urbanos: Ferradas e Tabocas.
Firmino Alves (o fundador de Itabuna) e família


      Segundo o historiador Silva Campos, na sua obra "Crônica da Capitania de São Jorge dos Ilhéus" (citado por José Dantas de Andrade), no pricípio do século XVIII a penetração do colono no sertão (a partir de Ilhéus) era dificultada pela hostilidade dos índios das tribos Guerrens, Pataxós Camacãs, descendentes diretos dos índios encontrados por Cabral quando aqui aportou (Andrade, 1968). Alie-se a essa dificuldade "à mata densa que acompanhava o litoral à pouca distância formando uma faixa initerrupta e de passagem difícil e o relevo acidentado".

      Partindo de Banco da Vitória, sertanistas desafiaram os perigos da penetração nas matas infestadas de índios e feras, e conseguiram abrir estradas. Uma delas iniciava-se em Banco da Vitória margeando o Rio Cachoeira; outra, do lugar Castelo Novo, acompanhaNdo o curso do Rio AlmadA. Essas estradas bifurcavam-se no local onde anos mais tarde surgiria a cidade de Itabuna. Para quem saísse de Ilhéus visando aprofundar-se no interior por qualquer dessas estradas precisava alcançá-las através de canoas, barcas ou lanchas, seguindo, obviamente, o leito dos referidos rios.

      Em princípio do século XIX foi iniciada a abertura de uma estrada ligando Ilhéus ao Planalto da Conquista, para trazer ao litoral o gado criado no alto do rio Pardo. Esse empreendimento não teve sucesso e, em 1816, o príncipe Maximiliano, ao percorrê-la com sua comitiva, encontrou-a em completo abandono. Essa estrada fora mandada abrir por um senhor de engenho, Felisberto Caldeira Brant, futuro Marquês de Barbacena, e teria lhe custado a fortuna de dois mil cruzados.

      Em 1815, o Conde dos Arcos, então Governador da Província da Bahia, determinou que o aldeiamento dos índios próximo ao Almada fosse transferido para outro local, tendo sido escolhido o lugar denominado Ferradas, que já se constituía referência como pouso de tropeiros e o acampamento que iniciava a estrada aberta com destino à zona sertaneja da Vila Imperial da Vitória da Conquista.

      Esse "aldeiamento dos índios" estava a cargo dos capuchinhos, que ali desenvolviam intenso trabalho de catequese, e foram eles os encarregados de cuidar do novo local indicado pelo Governador da Província. Em Ferradas (que viria a ser denominada Vila de D. Pedro de Alcântara em 19 de agosto de 1874, através da Lei 1425, sancionada pelo Governador da Província da Bahia Dr. Venâncio Lisboa), já havia o trabalho iniciado por Frei Ludovico de Livorno, antigo capelão de Napoleão Nonaparte, que ali se instalara nos primeiras décadas dos século XIX, com vistas à conquista dos índios Pataxós.

      Ferradas, que encontrou um período de decadência, somente retomou seu cerscimento com o povoamento de Tabocas. Antes fora visita por personagens ilustres, como o príncipe alemão Maximiliano Alexandre Felipe de Wied Neuwied, naturalista, e sua comitiva, em 1815/1816, e os sábios e cientistas holandeses Von Spix e Von Martius, em 1817. Estes últimos publicaram os seus estudos através da obra "Reise in Brasilien", nela registrando circunstancioso relatório, que em muito contribui para o levantamento histórico da região.

      Duas versões há para a denominação Ferradas: uma da conta de que os Jesuítas, para demarcarem o território que utilizavam naquele pouso, buscou vinculá-lo ao símbolo cristão, e fizeram marcando várias árvores com um ferro em forma de cruz, ficando, assim, as "árvores ferradas", nome por que o local ficara conhecido nos seus primordios. A outra versão vincula o nome ao fato de a localidade, como pousada de tropeiros e viajantes - em sua maioria destinando-se a Vitória da Conquista -, servir de ponto para "ferrar" os animais que enfrentariam as estradas pedregosas e lamacentas.




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